Imóveis de até R$ 50 mil representam 54,42% dos consórcios imobiliários
O Banco Central (BC) anunciou que 54,42% dos grupos de consórcios de imóveis em andamento foram formados para a aquisição de unidades de até R$ 50 mil. Segundo o banco, 17 grupos (0,93%) devem comprar imóveis de até R$ 10 mil, 974 (53,48%) entre R$ 10 mil a R$ 50 mil. Acima desse valor, foram registrados 830 grupos (45,58%).

Segundo o banco, a inadimplência total da carteira - medida entre os participantes ativos que estão em atraso, independentemente de terem sido contemplados - atingiu 10,33% em junho. Na comparação com o mês anterior, quando o índice de não- pagamento foi de 10,55%, houve queda de 22 pontos-base. Frente a junho do ano passado, quando os participantes com atraso respondiam por 11,91% do total de ativos, o recuo foi ainda maior, de 158 pontos-base. Segundo o BC, a taxa do sexto mês de 2008 reflete uma inadimplência de 7,43% entre os investidores não contemplados e de 2,90% entre os que já foram contemplados.

O segmento imobiliário é responsável por 14,12% dos participantes ativos de consórcios em maio. Esse percentual corresponde a 491.637 pessoas num universo de 3,479 milhões. Frente a maio (14,05%), foi verificada leve alta de 7 pontos-base na participação. Já na comparação com o sexto mês de 2007 (12,83%), houve crescimento de 129 pontos-base.

Fonte: PORTAL PINI - NOTÍCIAS SOBRE NEGÓCIOS
DATA
: 01/08/2008


Comprar imóvel em leilão pode ser muito vantajoso
Não faltam motivos para um interessado em comprar um imóvel fazer isso por meio de um leilão. O principal deles é o preço. Leiloeiros e compradores dizem ser possível obter descontos superiores a 20% em relação aos valores de mercado. O sistema de leilão também é considerado emocionante pelos seus adeptos porque costuma haver grande disputa pelos melhores bens. No entanto, talvez a característica mais importante de um leilão de imóveis é que ele é extremamente trabalhoso para o comprador. É necessário tomar diversos cuidados antes de calcular o lance máximo que deve ser apresentado. O interessado precisa levantar dívidas antigas, checar documentos, estudar as melhores formas de pagamento e ler com atenção todas as regras no edital. Após tudo isso, ainda é possível ir a um leilão e não comprar nada porque outra pessoa aceitou pagar mais do que parecia razoável pelo bem.
Mesmo assim, os leilões de imóveis não param de crescer no Brasil. Com o crescimento de três dígitos no crédito imobiliário, o número de mutuários que não consegue pagar as prestações avança proporcionalmente. Além disso, a lei 11.382, de 2006, facilitou a retomada de imóveis de mutuários inadimplentes. No caso dos contratos que prevêem a alienação fiduciária, após apenas três meses de atraso no pagamento o banco já pode notificar o morador de que vai colocar o imóvel em leilão extrajudicial. A Zukerman, por exemplo, estima ter leiloado 1.000 imóveis em 2006 e 1.500 em 2007 – uma expansão de 50%. “E vamos crescer ainda mais neste ano. Temos feito três leilões por semana”, afirma o leiloeiro Mauro Zukerman.

O Portal EXAME acompanhou um leilão judicial em São Paulo e conversou com especialistas e compradores nos últimos dias. Veja abaixo as dez principais dicas para arrematar um imóvel sem se arrepender:

1 – Prefira imóveis desocupados. Mais de 90% dos imóveis que vão a leilão estão ocupados. Ao arrematar um deles, o comprador ganha uma carta de arrematação que lhe permitirá solicitar a desocupação. É comum que recursos contra a arrematação ou a execução do imóvel sejam discutidos na Justiça e tornem a desocupação demorada. O empresário Damásio Amaral, morador de Jaú (SP), por exemplo, já comprou nove imóveis em leilão. Quatro deles ainda estão ocupados – sendo que em um a demora supera um ano. “A dificuldade para a desocupação é normal, eu já entro no leilão sabendo disso. E não me preocupo com a demora porque a valorização dos imóveis tem compensado a espera”, afirma. Se você não está disposto a correr o risco de esperar anos, só compre residências, escritórios ou terrenos desocupados – mas saiba que os preços podem não ser tão vantajosos.

2 - Verifique se há ações judiciais contra a execução. Em geral, a demora na desocupação de imóveis leiloados é causada por liminares obtidas pelos ocupantes. Principalmente em contratos antigos de financiamento de imóveis, é comum que os mutuários reclamem – com razão – de itens como a fórmula de correção das parcelas ou a cobrança de juros sobre juros. Somente na Associação Nacional de Mutuários (ANM), há 12 mil processos em curso contra a execução do imóvel. O problema é que nem sempre os bancos esperam o julgamento final dessas ações para colocar o imóvel em leilão extrajudicial. Nesses casos, o comprador do imóvel será obrigado a esperar para tomar posse do bem caso o ocupante consiga uma liminar que evite o despejo até o julgamento do mérito do processo. Além de ir ao fórum ou ao cartório verificar se há ações contra a execução, o ideal é também conversar com o ocupante e verificar se ele planeja resistir ao despejo antes da arrematação.

3 – Visite o imóvel com antecedência. Pode parecer pouco sensato, mas muita gente ainda assina um cheque de dezenas de milhares de reais sem saber exatamente o que está comprando. Verifique se é necessário entrar em contato com o leiloeiro e fazer um cadastro antes da visita. Faça uma inspeção minuciosa no imóvel, se possível com a presença de técnicos especializados, já que o comprador não poderá devolvê-lo sob a alegação de problemas não-aparentes. No caso de muitos dos imóveis leiloados, o morador se recusa a abrir a porta e permitir a visitação dos interessados. Só é possível conversar com funcionários do condomínio ou vizinhos e tentar apurar as condições de uso. Mas, ao definir o lance, saiba que existe o risco de o interior do imóvel se encontrar em um estado pior do que o esperado. Considere a possibilidade de ter de investir milhares de reais na reforma e seja bastante conservador ao definir o lance justo pelo bem.

4 – Levante as dívidas do atual ocupante originadas pelo imóvel. É normal que uma pessoa executada pela Justiça ou que teve seu imóvel retomado pelo banco por falta de pagamento também tenha deixado de pagar obrigações como IPTU, taxas e até mesmo o INSS de funcionários responsáveis pela construção ou reforma. O comprador terá de arcar com todas essas obrigações. A única exceção é o condomínio, cuja dívida acumulada poderá ser cobrada do antigo proprietário por meio de ação judicial. Mas não espere um desfecho rápido do processo. Como em qualquer compra de imóvel, outras despesas representativas são de responsabilidade do comprador, como a taxa de registro em cartório, o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e os possíveis custos advocatícios para o despejo do ocupante. Some todas essas despesas e desconte do lance justo a ser apresentado.

5 – Avalie a melhor forma de pagamento. O edital do leilão estabelece as regras de pagamento do imóvel. Essas regras podem ser tanto um facilitador quanto um empecilho para a compra. Muitos leilões não permitem, por exemplo, a utilização do FGTS no pagamento do imóvel arrematado. Também é necessário pagar ao leiloeiro uma comissão adicional de 5% do valor do lance no ato da arrematação. Por outro lado, muitas vezes é possível obter descontos de até 10% se o pagamento for feito à vista. Em geral, é necessário arcar com um sinal correspondente a 30% do valor do imóvel e o saldo devedor pode ser dividido em diversas parcelas. Alguns leilões permitem o financiamento da dívida, mas é necessário contratar o empréstimo com antecedência. Pesquisar os menores juros do mercado e não comprometer mais de 15% da renda mensal com o valor de cada parcela são decisões prudentes, segundo Geraldo Tardin, diretor da Associação Brasileira dos Mutuários de Habitação (ABMH). Lembre-se: se o pagamento não for feito nos prazos previstos, o imóvel pode voltar a leilão.

6 – Preste atenção ao edital. Verifique com antecedência a descrição das condições de venda, o estado de conservação, a forma de pagamento, o preço mínimo, a comissão do leiloeiro, os impostos e o modelo de contrato que será assinado pelas partes. Quem der um lance vencedor e desistir posteriormente ficará impedido de participar de leilões posteriores. A desistência de arrematação sob a alegação de que não há dinheiro para a compra pode ser punida com pena de dois meses a um ano de reclusão, além de multa. Todo o leilão é filmado – e as imagens podem ser usadas como prova.

7 – Desconfie do preço de avaliação do imóvel. Nem sempre o bem vale tanto quanto diz o edital do leilão. Conversar com um corretor que conheça a região do imóvel pode lhe dar um bom termômetro dos preços de mercado. O preço mínimo fixado também não pode ser considerado uma referência, já que muitas vezes corresponde ao prejuízo do banco com o financiamento do imóvel.

8 – Defina um lance máximo e não se empolgue. Não vá ao leilão com a expectativa de comprar um bom imóvel pelo lance mínimo. Quanto melhor a localização e o estado de conservação do imóvel, maior é a chance de que vários interessados se apresentem. De certa forma, o leiloeiro estimula uma disputa acirrada. Em um leilão viva-voz, o interessado apenas levanta a mão e cabe ao leiloeiro dizer o valor do lance. Quando há muitos interessados, o leiloeiro pode elevar o lance em 5 mil reais a cada vez que alguém levantar a mão. Quando percebe que a disputa começa a ficar morna, o leiloeiro passa a aumentar os lances de 500 em 500 reais, evitando que a disputa se encerre rapidamente. É importante não se deixar enganar com as técnicas do leiloeiro e definir um valor máximo de arrematação - que não seja de maneira nenhuma ultrapassado. Uma cena bastante comum em um leilão é a do casal que disputa um imóvel e a mulher começa a beliscar o marido quando ele passa a apresentar lances acima do combinado. Lembre-se que há leilões de imóveis todas as semanas. Se não for possível comprar um logo no primeiro leilão, é bastante improvável que não apareçam oportunidades tão boas – ou melhores – no futuro.

9 – Não deixe de registrar o imóvel após a arrematação. Muitos imóveis leiloados possuem outras penhoras – inclusive essa informação deve constar do edital. Para que o bem comprado não seja arrematado em outro leilão, é necessário comunicar a aquisição ao cartório o mais rápido possível. A venda fica registrada na matrícula do imóvel.

10 - Tire todas as suas dúvidas com um advogado. Na última segunda-feira, a profissional autônoma Marina Michel, de 22 anos, comprou o primeiro imóvel de sua vida em um leilão judicial do TRT-SP. Ela tomou as precauções necessárias, visitou o imóvel, falou com o inquilino que o ocupa atualmente, disse que continuaria a alugá-lo se saísse vencedora do leilão, conversou com a vizinhança e perguntou sobre possíveis débitos. A confiança para comprar o imóvel veio após diversas conversas com sua advogada – no caso, a própria mãe. “Ela viu toda a papelada e é ótima advogada”, diz Marina. “Se houver algum problema, ela vai resolver para mim”. Apesar de iniciante em leilões, Marina somente seguiu o primeiro conselho que qualquer especialista em imóveis lhe daria se fosse procurado. “Não recomendo que a pessoa compre qualquer tipo de imóvel sem a consulta de um advogado, muito menos em leilão”, afirma Geraldo Tardin, diretor da ABMH. “É o advogado que vai dizer o que é e o que não é um bom negócio.”
Fonte: PORTAL EXAME
DATA: 31/07/2008

Poupança alavanca vendas
O volume liberado em empréstimos imobiliários com recursos da poupança cresceu expressivos 86,66% no 1ºsemestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2007, chegando a R$ 12,932 bilhões, segundo aponta a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). O número de imóveis financiados alcançou 128.439 unidades, superando em 58,9% os seis primeiros meses do ano passado.

Os cearenses também estão recorrendo mais aos recursos da caderneta. A Caixa Econômica Federal recebeu incremento de 28,9% nos primeiros seis meses de 2008.

No período, a instituição informa que foram fechados 1.063 contratos habitacionais no Ceará, no valor de R$ 50,5 milhões. No 1ºsemestre do ano passado, em igual intervalo, a instituição firmou, no Estado, 742 contratos deste tipo com recursos provenientes da poupança, o que totalizou R$ 39,1 milhões.

Tendência

Para o engenheiro civil e também mestre em Economia pela Universidade de São Paulo (USP), Alcides Leite, o crescimento na aquisição de moradias com recursos da poupança é uma tendência que vem agregada à maior oferta de imóveis e prazos mais esticados.

Neste 2º semestre e também nos próximos anos, o especialista projeta que, como o ´boom´ na construção civil deve continuar forte no País, as linhas de crédito, não apenas as conferidas através das cadernetas, devem ganhar impulso extra. ´Isso porque o Brasil tem um volume muito baixo de financiamento habitacional. Em relação ao PIB [Produto Interno Bruto] chega a 2% . Enquanto que em países como o México essa participação alcança 13% e na Espanha chega a cerca de 40%´, afirma o economista.

Em todas as linhas

A Caixa Econômica informa que, o volume contratado no 1ºsemestre de 2008, foi de R$ 116,4 milhões, o que responde por 44% do orçamento previsto para o ano. A expectativa da instituição bancária é encerrar o ano com 630 mil imóveis financiados, totalizando R$ 20,3 bilhões em crédito concedido (alta entre 25% e 30%, em relação a 2007).

Empregos

Os inúmeros canteiros de obras espalhados nos grandes centros urbanos do País, dentre eles, Fortaleza, deve impactar também na maior oferta de empregos formais para pessoas que talvez não tivessem a perspectiva de se inserir no mercado de trabalho.

´Além de estimular uma cadeia produtiva com forte entrelaçamento com outros setores da economia, a construção civil habitacional é intensiva em mão-de-obra, principalmente as com menor escolaridade, o que é muito positivo para formalizar aqueles que teriam dificuldade de inserção no mercado, sobretudo em setores que demandam maior qualificação, como a indústria´, salienta Leite. No Ceará, no 1ºsemestre desse ano, o setor contratou em torno de seis mil empregados com carteira assinada.


Fonte: DIÁRIO DO NORDESTE
DATA:
06/08/2008


Fazendas entram no radar das
empresas imobiliárias em SP
Há três décadas, o economista Carlos Viacava, ministro da Fazenda no governo de João Figueiredo, cria gado nelore e cultiva laranja numa fazenda de mil hectares em Paulínia, a 118 quilômetros de São Paulo. De lá para cá, a cidade cresceu e a fazenda, que no passado ficava no campo, chegou muito perto do asfalto. Resultado: os laranjais e as pastagens da família Viacava e de outros fazendeiros Brasil afora entraram no radar das empresas imobiliárias.
Assediado, Viacava fez as contas e ficou sócio da Scopel, uma das maiores empresas de loteamento do País. Até agora, já fatiou quase 300 hectares da propriedade, que já deram - ou vão dar - lugar a alguns milhares de lotes populares.
Com o forte crescimento econômico no interior do País, a melhora da renda e o aquecimento do mercado imobiliário, o asfalto tem chegado ao campo numa velocidade espantosa. "A margem de lucro de qualquer atividade agrícola é pequena, principalmente na pecuária. Quando você começa a olhar o capital empatado em terra e o retorno disso, a conta não vale a pena", diz Fernando Viacava, filho de Carlos e responsável pelos empreendimentos.
A motivação é puramente financeira: troca-se hectares por metro quadrado. E o segundo vale muito mais que o primeiro, por mais que a atividade agrícola esteja atualmente no auge. "Se fosse vender para outro fazendeiro plantar cana ou laranja, que é a vocação de Paulínia, eu ganharia quase 20 vezes menos. Nos loteamentos, você não recebe à vista, mas recebe corrigido", diz. Os Viacava não desistiram da agricultura. Com o dinheiro dos loteamentos, já compraram outra fazenda em São Paulo, mas em uma região mais barata.
A Scopel fez várias outras parcerias do gênero em 54 cidades de São Paulo. Hoje, tem 79 projetos e 48 mil lotes para lançar nos próximos três anos, praticamente o mesmo número acumulado em todos os seus 42 anos de história. "A gente é muito procurado. Recebemos dez ofertas de áreas por semana e ainda temos 50 corretores buscando terras. No próximo ano, devemos ir para outros Estados", diz Eduardo Scopel, presidente da Scopel, empresa fundada por seu pai nos anos 60 e controlada desde 2007 pelo Carlyle Group, um dos maiores fundos de participação em empresas do mundo. "A necessidade de expansão das cidades está transformando fazendas em espaços imobiliários. No interior, espaço não é problema. E nem toda cidade quer ser verticalizada", diz Scopel.
Um caminho é aproveitar as fazendas para construir condomínios de alto padrão para lazer - eles sempre existiram e vão continuar existindo. Outro é transformá-las em bairros, extensões das cidades. E esse tem sido o modelo que tem mais proliferado nos últimos tempos.

Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO
DATA: 04/08/2008



Sem caixa, empresas imobiliárias
acabam punidas pelo investidor

O drama das empresas imobiliárias no mercado de capitais já era anunciado. O Brasil tornou-se no ano passado o único lugar do mundo com mais de 20 companhias do setor listadas na bolsa. O sintoma do exagero: 16 ações estão valendo menos do que na data da estréia. “A percepção dos investidores é que quase todas têm problemas de caixa. Pela pressão em mostrar lançamentos e venda, compraram terrenos muito caros. E grandes também, que demoram mais para vender”, afirma o diretor-executivo da área imobiliária do Morgan Stanley, o espanhol Alfonso Munk. “Muitas empresas não estavam preparadas e foram à Bolsa para aproveitar o bom momento”.
Para Munk, os planos de lançamentos feitos no ano passado para 2008 e 2009 foram inviáveis. “neste ano estamos vendo mais permuta. As empresas não vão conseguir cumprir o VGV (valor geral de vendas), não têm dinheiro para isso”.
Analistas, banqueiros e executivos de empresas do setor não acreditam em situações extremas, como quebra de companhias. “É difícil repetir a história da Encol. As empresas que estão na bolsa têm um patrimônio muito maior. E os juros estão mais baixos”, acredita o sócio de um fundo de investimento. Um caminho possível pode ser adiar novos projetos e reduzir o crescimento. “Eu, como investidor, não olho VGV, mas sim, margem. Prefiro reduzir o crescimento e entregar com margem”, diz Munk , do Morgan Stanley, que tem participação na Abyara.
A InPar precisa de R$ 400 milhões para compra de terrenos nos próximos 18 meses. “O mercado de ações está fechado para novas captações. Também está mais caro tomar crédito porque os juros subiram. Mas o que mais preocupa o setor é o arrocho monetário, que pode restringir a demanda por imóveis” diz o diretor de relações com investidores da In Par, Gustavo Felizzola.

Fonte:JORNAL DO COMÉRCIO DE PORTO ALEGRE
DATA: 14/07/2008








86,66% foi o crescimento dos financiamentos de imóveis feitos com recursos da caderneta de poupança nos primeiros seis meses de 2008, na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando R$ 12,932 bilhões.
Fonte: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENTIDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO E POUPANÇA
DATA: 05/08/2008


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