Síndico
Acaba de roncar contrato do escritório brasileiro da consultoria anglo-americana Jones Lang LaSalle com a unidade gaúcha da General Motors.

O acordo transfere à empresa imobiliária a responsabilidade pelos diversos serviços do condomínio industrial da montadora em Gravataí.

O contrato abrange locação das lojas de conveniência e agências bancárias do complexo de 361 mil metros quadrados.

A empresa também vai gerir portaria, segurança, limpeza, restaurante, ambulatório médico, transporte, saneamento e outros serviços.

FONTE: Zero Hora
DATA: 26/04/2008


Holding reforçará atuação no
mercado imobiliário do Sul
Caxias do Sul e Novo Hamburgo terão lojas da Noblesse
A expansão acelerada do mercado de imóveis é o terreno no qual a Noblesse, imobiliária do grupo Brasil Brokers, prepara a expansão para este ano, o qual quer encerrar com faturamento de R$ 600 milhões, na venda de 2 mil imóveis no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. No ano passado, foram R$ 300 milhões.

A empresa de Porto Alegre está estendendo sua atuação para Caxias do Sul, Novo Hamburgo e Florianópolis (SC). O investimento na expansão é de R$ 3 milhões no primeiro semestre deste ano. Em outubro do ano passado, quando foi comprada pelo grupo Brasil Brokers, a Noblesse tinha cinco lojas. Hoje, são 11. Holding especializada em intermediação imobiliária, a Brasil Brokers reúne 22 empresas - os diretores das companhias adquiridas, em todo país, permanecem na gestão das unidades.

- Adotamos esse modelo porque a empresa tem de conhecer profundamente o mercado local - diz o presidente da Brasil Brokers, Sergio Freire.

Com ações lançadas na Bolsa de São Paulo (Bovespa), em outubro do ano passado, o grupo tem um valor de mercado de cerca de R$ 2,2 bilhões e emprega 4,6 mil corretores por todo o país. No Rio Grande do Sul, a subsidiária Noblesse tem 323 profissionais, e pretende chegar a 500 até o final do ano, afirma o vice-presidente executivo, Eduardo Sukienik.

Consumidores das classes B e C são os principais alvos

As boas perspectivas se devem à alta performance dos negócios, que seguem aumentando este ano. Janeiro e fevereiro, antes um período de calmaria, tiveram 350 imóveis vendidos pela Noblesse, número considerado acima da média. E nada indica que o mercado irá desaquecer, afirmam os executivos. Nem a alta de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juro deve representar um obstáculo para o contínuo crescimento do mercado. O financiamento acessível e alongado oferecido pelos bancos, aliado a uma baixa taxa de inadimplência (quase zero no Estado, segundo Sukienik), projetam boas perspectivas para o setor.

- O governo entendeu que uma economia forte precisa de um mercado imobiliário forte. Não há mais mercado ruim. Basta fazer o produto certo com o preço adequado, não tem erro - afirma Freire.

São os compradores de classe B e C os principais alvos da empresa, explica Freire. Imóveis econômicos são a bola-da-vez no mercado, pela facilidade na compra. Segundo o vice-presidente de operações da Noblesse, Cristiano Cruz, ao contrário dos consumidores da classe A, cujos principais critérios são a localização (em bairros nobres e centrais) e os equipamentos dos empreendimentos (áreas de lazer, por exemplo), as classes média e baixa escolhem apartamento com base no valor das prestações.

Mesmo assim, proliferam os empreendimentos com investimento pesado em lazer, como salão de festas, cancha de esporte e piscina, para imóveis na faixa entre R$ 100 mil e R$ 220 mil.

- Nunca houve tanta coisa na faixa dos imóveis econômicos - diz Cruz.

Fonte: Zero Hora
DATA: 19/04/200



Imóveis usados no alvo das imobiliárias de BH
Os negócios com os imóveis usados são o novo foco de expansão das imobiliárias. As grandes redes que estão chegando a Belo Horizonte vão ampliar o atendimento e serviço para esse tipo de imóvel, que representa 86,17% das unidades comercializadas por mês na capital. O objetivo das empresas é ganhar espaço nas negociações com os usados, que, muitas vezes, são feitas na informalidade, sem o uso do intermediário.

“Os usados têm potencial de crescimento grande. Nos Estados Unidos, por exemplo, eles já representam 92% dos negócios imobiliários. É um mercado grande e que está muito fragmentado”, afirma o vice-presidente da Brasil Brokers, Júlio Pina. A empresa, que atua na área de intermediação e consultoria imobiliária, acaba de adquirir a Gribel, a Pactual e a Primaz na capital, que atuam com a venda de imóveis no estado.

“Não há mais espaço para a informalidade no mercado imobiliário. O vendedor vai precisar ser cada vez mais profissional na venda de suas unidades. Queremos tornar os processos mais ágeis e eficientes, atentos a aspectos como a segurança jurídica”, afirma Sérgio Freire, presidente da Brasil Brokers.

O último levantamento do Sindicato do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (Secovi-MG) e da Fundação Ipead, de dezembro de 2007, mostrou que, das 1,7 mil transações com imóveis feitas no mês, apenas 235 foram com unidades novas. “Ou seja, a maioria absoluta é de unidades usadas. A tendência é de que aumente a atuação de imobiliárias nesse segmento”, afirma Ariano Cavalcanti de Paula, presidente do Secovi-MG. A taxa média de corretagem cobrada para imóveis usados é de 6% e de novos, de 4% a 5%.

Fusões no setor

O boom vivido pelo mercado imobiliário nos últimos anos está trazendo jogadores de peso para as metrópoles e alavancado os processos de fusões. Em Minas, as empresas compradas pela Brasil Brokers pretendem fazer lançamentos de R$ 2,7 bilhões até o ano que vem. A Lopes Consultoria Imobiliária também acaba de fincar os pés no estado. Já contratou 120 corretores e a previsão da empresa, que atua na área de lançamentos residenciais e comerciais, é de fechar R$ 500 milhões em negócios este ano, em Minas.

“A importância que o mercado imobiliário ganhou e a perspectiva de crescimento geraram o interesse de grandes investidores. E novos atores devem chegar ainda. A exemplo do que ocorre no segmento da construção civil, novas fusões e aquisições tendem a acontecer”, observa Paula.

O diretor da Imobiliária Sotão, Paulo Tavares, afirma que as médias empresas vão precisar investir em tecnologia e treinamento de profissionais para se adequarem à concorrência. “È isso que estamos tentando fazer para igualar as condições. Quem não ficar atento às mudanças, acaba sendo engolido pelos grandes”, afirma Tavares.

Fonte: Fator Brasil
DATA: 26/04/2008

Sol Meliá destaca NE como propulsor do mercado turístico imobiliário
Durante reunião da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Nordeste (ADIT), realizada esta semana em Natal, o diretor de vendas e marketing da Sol Meliá no Brasil, Luis Calle, apresentou os projetos de expansão da empresa na região Nordeste nos estados da Bahia e Rio Grande do Norte. De acordo com ele, que foi convidado para palestrar durante a Nordest Invest, o segmento imobiliário representa 10,7% do faturamento com um acelerado crescimento dos resorts residenciais.
Segundo Calle, a Sol Meliá é líder mundial no segmento férias e escolheu o Brasil para investir com recursos próprios na área imobiliária como ponto propulsor na cadeia da América do Sul. Entre as vantagens competitivas da região Nordeste estão as riquezas naturais como praia e clima, além de diversidade cultural, custo baixo do mercado imobiliário quando comparado ao europeu, capacidade de atração de demanda diversificada, tornando a região um dos mais importantes destinos mundiais e atrativos para a segunda residência.
"Queremos aproveitar a boa imagem internacional do Brasil assim como a promoção turística internacional, a estabilidade econômica e política. Também acreditamos muito no potencial de melhoramento da infra-estrutura de serviços e aérea, das vias de acesso, da segurança e da capacidade de mão-de-obra", afirma Calle.
O Complexo Turístico e Imobiliário de Guarajuba, localizado a 39km do aeroporto de Salvador, mobilizará 500 homens/ano durante a construção com uma perspectiva de geração de três mil empregos diretos e seis mil indiretos. O projeto prevê um residencial de três mil casas, um centro de convenções com capacidade para 1,5 mil pessoas, ginásio, spa, parque aquático, vila cultural e bares e restaurantes.
Com 16 hotéis no Brasil, o Nordeste é uma das grandes apostas do grupo Sol Meliá. A rede participa do Nordeste Invest, mais expressiva feira de mercado imobiliário da região que acontece no Recife entre os dias 28 e 30 de maio.
Participaram do evento da ADIT em Natal o presidente da instituição, Felipe Cavalcante, o vice-presidente Silvio Bezerra, os secretários de Turismo do Rio Grande do Norte, Fernando Fernandes, e de Natal, Fernando Bezerril, o deputado federal Nilson Pinto, investidores e palestrantes.

Fonte: Fator Brasil
DATA: 30/04/2008


R$ 100 mil e R$ 220 mil são as faixas de preços de imóveis no RS, onde as construtoras investem pesado em lazer, salão de festas, cancha de esportes e piscina.
Fonte: Zero Hora
DATA: 19/04/2008


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